El Ponei, Assistente da Assessoria de Imprensa
A equipe de futsal da Cásper fez seu último jogo oficial antes da estréia contra o Mackenzie no JUCA. O jogo valia os três últimos pontos da fase de grupos da Liga Paulista, o adversário era a POLI USP.
Para aguardar a chegada de todos no ginásio Idalina, os atletas que apareciam no local iam assistindo o jogo entre Direito PUC e Engenharia Mackenzie e chupando seus respectivos geladinhos.
No vestiário o treinador afronês, negonê e japonego Dalton Sakai exaltava que tínhamos que encarar a partida como um "treino de luxo" por já estarmos classificados na Liga Paulista, além do jogo ser contra um adversário com qualidade e numa quadra do tamanho do Gigantão (sede do futsal no JUCA). Portanto haveriam testes, oportunidades e acerto de jogadas e, principalmente, goleiro-linha e bola parada.
O JOGO
A Cásper iniciou o jogo marcando meia quadra com a seguinte formação: Bambu, Kalil, Guiga, Vina e Cenoura. No começo da partida os atletas da Paulista sairam muito lentos e foram surpreendidos duas vezes pelo ritmo alucinante da POLI. Primeiramente o ala conseguiu belo drible sobre Guiga pela direita e chutou cruzado sem chances para Bambu. O segundo gol saiu num desvio que também acabou com as chances de defesa do arqueiro casperiano. Depois de alguns berros vindos de Ladainha e Dalton, a Cásper Líbero começou a acordar, apesar de a posse de bola ainda continuar lenta.
O jogo era disputado e em um contra-ataque diminuímos o placar. Kalil errou o passe, porém Cenoura conteve o contra-ataque dos engenheiros e lançou Guiga, que driblou facilmente o filho de Dalton, que defendia o gol adversário, e empurrou a bola para o fundo das redes. Após o gol o treinador casperiano rodou bastante a equipe dando chance a vários atletas de mostrarem seu potencial. Alguns chutes de Zeca levavam perigo, as bolas paradas estavam entrando e conseguíamos construir boas jogadas, porém o arqueiro afronês mostrou seu valor dentro de quadra. Sua principal participação foi após um contra-ataque no qual Brunella, vulgo garrafinha, recebeu passe vindo da direita e tocou por cima. Ele abafou o chute e com o braço esquerdo esticado fez milagre... Seu pai timidamente o elogiou no banco de reservas: "Saiu mal o goleiro?", perguntou ironicamente à seu auxiliar Ladainha.
INTERVALO
No intervalo da partida o comandante casperiano instruiu sua equipe a começar o segundo tempo marcando pressão e informou que iria utilizar muito o goleiro-linha. Disse que estávamos bem, porém precisávamos melhorar a velocidade do passe enquanto jogássemos com a bola no pé.
2º TEMPO
No segundo tempo a equipe começou com Bambu, Vitor, Brunella, Matheus Preá e Murilo Benício. Infelizmente, como no primeiro tempo, o ritmo alucinado dos engenheiros surpreendeu os comunicólogos da paulista e em poucos minutos eles abriram 4x1. A partir daí Dalton começou a utilizar o goleiro-linha, trocando a formação para Guiga (no goleiro-linha), Cenoura, Zeca, Kalil e Vina. Utilizando a chamada "asa" os casperianos dificultavam a marcação adversária e logo diminuíram com um chute rasteiro de Cenoura, que ofereceu o gol a sua querida Cenourete, beijando a pequena aliança que ostenta.
A bola entrava muitas vezes, porém Kalil desperdiçou algumas oportunidades e o arqueiro adversário continuava fazendo milagres. Contudo, após trocas de passes no goleiro-linha Cenoura achou Kalil no 2º pau livre de marcação, o Pequeno Pônei se redimiu dos erros recém-cometidos e tocou entre as pernas do goleiro para fazer o 3º gol da Cásper (4x3). Na comemoração agradeceu o passe feito pelo camisa 18. "Obrigado!", disse o menino.
Após o gol Dalton pediu tempo e alterou a equipe colocando um canhoto para jogar perto da 2ª trave. Seidji Mestre Yoda Sr. Miagy Mini-Half-Man foi chamado e entrou na partida para tentar decidir. Porém, após bela jogada individual de Branquinho, que driblou 3 casperianos e acertou belo chute rasteiro vencendo Wailão (5x3), o treinador do exército vermelho voltou com Zeca para tentar a jogada "mãozinha cerrada". Deu certo! Guiga rolou e o canhotinho acertou uma paulada rasteira diminuindo para 5x4.
O goleiro-linha fluía, os espaços apareciam, mas a atuação quase impecável de mini-Dalton sacramentaram a derrota casperiana.
Ao final da patida os atletas reuniram-se primeiramente no centro da quadra, depois no vestiário e chegaram à conclusão de que a derrota servirá como aprendizado e que ainda temos que melhorar até o JUCA para seguir com a ambição do título.
Colaborou: Sem Coxas
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